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Sabia que a osteopatia pode ajudar na dor menstrual?

A DISMENORREIA é uma dor cíclica e/ou recorrente na zona pélvica ou abdominal inferior associada à menstruação. A sua prevalência varia entre 43%-93% e é causa de absentismo escolar e laboral em mulheres jovens. Na dismenorreia primária não existe doença pélvica, pode iniciar-se horas antes do fluxo menstrual, sendo mais intensa nos primeiros 2-3 dias da menstruação e pode associar-se em  náuseas, vómitos e diarreia. Tem o seu início 6-12 meses após a primeira menstruação. A dismenorreia secundária está associada a uma patologia pélvica, como endometriose, miomas, quistos, por exemplo, e normalmente surge após 30 anos de idade, sendo uma dor  persistente /crónica durante toda a menstruação e/ou entre menstruações associa-se a outros sintomas como dispareunia (dores na relações sexuais), menorragia (perda excessiva de  sangue). Fisiologicamente, a dor é devida ao excesso de prostaglandinas, substâncias produzidas pelo nosso organismo em diferen...

A Osteopatia pode ajudar a recuperar ou a prevenir a incontinência urinária

"A minha avó e a minha mãe sofrem de perdas de urina! Então naturalmente também terei!" Será mesmo verdade ?? Explicando desde o início: A urina é produzida pelos rins e através dos ureteres chega à bexiga, onde é  armazenada. A bexiga e a uretra, o orifício que permite a saída da urina, têm uma série de músculos e  nervos que permitem o controlo da saída da urina. Conforme a bexiga vai armazenando mais líquido, maior é a pressão exercida e é enviado um sinal ao  cérebro para contrair os músculos da bexiga e relaxar os da uretra para permitir a saída de urina. Para  além disso, toda a musculatura que envolve a cavidade abdominal, sobretudo os músculos do períneo  (soalho pélvico), são muito importantes para que todo este sistema funcione correctamente. A incontinência urinária (IU) surge quando algo neste sistema falha! As perdas de urina involuntárias são consideradas de urgência quando existe uma vontade súbita e intensa  de ir à c...

Nos bebés o Refluxo Esofágico é comum! Mas será normal??

Nos bebés o RGE (Refluxo gastro esofágico) é comum! Mas será normal?? O RGE é a passagem do conteúdo gástrico para o esófago e nos bebés pode acontecer por várias estruturas do seu corpo ainda estarem em desenvolvimento, por exemplo a válvula que separa o estômago do esófago ainda não fecha bem ou o diafragma ainda está muito horizontalizado. Para além disso o leite materno é muito líquido e os bebés passam muitas horas do seu dia deitados. Mas quais são os sinais de RGE? Os sintomas, regra geral, são mais frequentes após as refeições: - irritabilidade e choro, - vómito ou regurgitação, - dificuldade em mamar, - diminuição do apetite ou recusa a alimentar-se, - perda de peso, - alterações no padrão de sono. É certo que com o crescimento do bebé e a introdução de alimentos sólidos o RGE melhora, e até existem alguns truques que podem ajudar a reduzir os episódios de refluxo, como: - alterar a pega na mama/biberão, - manter o bebé numa posição vertic...

O que é um osteopata?

O que é um Osteopata? Neste vídeo, Daniel Lopez, osteopata, explica como um Médico Osteopata, aborda pacientes que procuram um tratamento manipulador osteopático.   Este vídeo explica o que torna um osteopata único. Uma sugestão da nossa osteopata Inês Alves.

A sua dor pode ter origem visceral?

A nossa coluna é constituída por 24 vértebras e o sacro que protegem a espinhal medula. De cada nível dela saem nervos para os diferentes tecidos do corpo como a pele, os músculos, os vasos ou os órgãos internos, mas também eles enviam informação de retorno para a medula. Existe por isso uma rede de intercâmbio e comunicação de informação neural entre as diferentes estruturas. Assim se um órgão interno estiver em disfunção pode gerar alterações nos músculos e na pele que sejam inervados pelos mesmos níveis vertebrais. Por exemplo: a cápsula que envolve o fígado é inervada pelo nível C4 que também é responsável pela inervação da pele do ombro direito. Pode-se então colocar a hipótese que uma dor no ombro direito pode ser originada por uma disfunção do fígado! A dor de origem visceral é difusa , reflexa e provoca sensibilidade dos tecidos do mesmo segmento vertebral. E os órgãos internos podem também provocar limitações da mobilidade da coluna e dos membros através de...

O efeito positivo da osteopatia na dor e alterações de humor em pacientes com enxaqueca

A enxaqueca é uma doença de origem multifactorial: factores genéticos, vasodilatação arterial, distúrbios na excitação neuronal e de substâncias químicas. Afecta entre 8 a 15 % da população dos países ocidentais em idade produtiva tendo por isso implicações socio-económicas significativas. Estudos indicam que pessoas com enxaquecas demonstram melhorias após consultas de osteopatia. A osteopatia é uma terapia manual, defende que o corpo tem a capacidade e os meios necessários para a sua auto-cura, por isso o osteopata, através da avaliação das diferentes estruturas (músculo-esqueléticas, viscerais, nervosas, etc.) e das suas funções, aplica um conjunto de técnicas exclusivamente manuais, a fim de retificar todas as disfunções que comprometem a homeostasia do corpo. Leia mais sobre este tema neste estudo .

SINDROME DE MORTE SÚBITA E PLAGIOCEFALIA

Actualmente, de acordo com as linhas orientadoras da Organização Mundial de Saúde, é aconselhado que os bebés durmam em DD (de barriga para cima) a fim de evitar a síndrome de morte súbita .  Este não tem uma causa determinada, mas parece estar relacionado com um défice de oxigénio em bebés quando deitados em DV (de barriga para baixo) e uma imaturidade de algumas zonas dos seus cérebros. Desde 1992 que estas recomendações fizeram diminuir em mais de 50% as mortes no primeiro ano de vida, contudo contribuíram para o aparecimento mais frequente de deformidades cranianas nos bebés. As deformidades cranianas surgem devido a pressões externas exercidas na cabeça do bebé por longos períodos de tempo: por factores intra uterinos (tipo de parto, alterações pélvicas maternas, gestação múltipla, etc); prematuridade; torcicolo muscular congénito; deitado de barriga para cima de forma prolongada (para evitar síndrome de morte súbita), por exemplo. ...

A Equipa: Inês Alves

Inês Alves EDUCAÇÃO 2016 – Formação sobre Disfunções do Sistema Neuro endócrino – terapia manual. 2016 – Estágio em Osteopatia pela Clínica da EOM – Madrid. 2011/2016 – Osteopatia  pela Escola de Osteopatia de Madrid (EOM). 2009 – Formação sobre Bandas Neuromusculares (Kinesiotape), Pilates, Mobilização do Sistema Neuromeníngeo e Pontos Gatilho (Salamanca -Espanha). 2007 – Pós-graduação na área da saúde da Mulher – preparação para o nascimento e pós parto. 2008 – Formação em Drenagem Linfática Manual (Método Leduc). 2003/2007 – Licenciatura em Fisioterapia pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL). PROFISSIONAL Desde 2015, exerce também Osteopatia em diversas clínicas na área da grande Lisboa. Participou e integrou comissões organizadoras de congressos na área da fisioterapia. Desde de 2008 que exerce funções como Fisioterapeuta em âmbito privado (clínicas e clubes desportivos) nas áreas de ortopedia, respiratória, pediatria e s...

Especialidades: Osteopatia

Osteopatia O corpo tem capacidade e meios para se auto-curar A Osteopatia é uma terapia holística que teve o seu início em 1874, por Andrew Still, nos Estados Unidos da América. Tem na sua base conhecimentos de anatomia, fisiologia e patologia, e ainda sobre a forma como as três componentes se interligam, influenciam e intervêm no surgimento da doença. A Osteopatia defende que o corpo tem a capacidade e os meios necessários para a sua auto-cura, por isso o osteopata, através da avaliação das diferentes estruturas (músculo-esqueléticas, viscerais, nervosas, etc.) e das suas funções, aplica um conjunto de técnicas exclusivamente manuais, a fim de retificar todas as disfunções que comprometem a homeostasia do corpo.  Assim, o osteopata elabora, em conjunto com o paciente, um plano de tratamento individualizado e personalizado para a resolução dos mais diferentes problemas: – Lombalgias, cervicalgias e torcicolos; – Hérnias e prolapsos discais; – Problemas digest...